A inteligência artificial é um tema cada vez mais recorrente na vida das pessoas e, especialmente, das empresas. Para os profissionais de qualquer setor, acompanhar os avanços e entender os tipos de inteligência artificial existentes é essencial. Afinal, se manter atualizado ajuda a ter bons insights sobre a aplicação da IA nos negócios.
E esse interesse está nítido, especialmente no Brasil: segundo uma pesquisa inédita da consultoria global Oliver Wyman, 57% dos brasileiros afirmaram já ter usado plataformas de IA. Mas mesmo com a tendência em alta, será que a população compreende o que o conceito representa?
Neste artigo, você vai entender melhor o significado e os tipos de inteligência artificial disponíveis: a Inteligência Artificial Limitada (ANI), Inteligência Artificial Geral (AGI) e Superinteligência. Acompanhe!
O que é inteligência artificial? Como funciona?
Inteligência artificial é a capacidade que máquinas e sistemas têm de realizar funções que, em outros tempos, necessitariam de intervenção humana. Estão entre essas tarefas: dirigir, fazer cálculos e analisar dados, por exemplo. Além disso, a IA consegue, a partir da leitura de algoritmos, entregar resultados mais efetivos e adaptados para diferentes contextos e objetivos.
Este avanço da tecnologia gera, a cada dia, novas transformações para as organizações, ao tornar muitos processos mais rápidos e automáticos. Por outro lado, também simplifica o dia a dia das pessoas.
No entanto, também há uma preocupação com as formas de utilizar a IA e suas implicações para o mundo. Especialistas e governos discutem desafios que envolvem a privacidade de dados pessoais, impacto no mercado de trabalho e ambiente regulatório.
Tipos de Inteligência Artificial
Embora as pessoas tenham fácil acesso a novas opções de ferramentas que a IA constrói diariamente, muita gente desconhece que existem três estágios da Inteligência Artificial.
Os especialistas definem essas classificações com base em níveis de habilidade. São as chamadas Inteligência Artificial Limitada (ANI), Inteligência Artificial Geral (AGI) e Superinteligência (ASI).
O mais interessante, no entanto, é que somente o primeiro tipo existe. Os demais são hipotéticos e podem, ou não, se tornar reais em algum momento nos próximos anos.
Inteligência Artificial Limitada (ANI)
A Inteligência Artificial Limitada, também conhecida como Fraca ou Restrita, é a que vemos nas aplicações atuais. São sistemas capazes de executar tarefas específicas, mas que não conseguem atuar fora deste nicho de tarefas. Ou seja, os desenvolvedores projetam esse modelo para entregar um trabalho predeterminado.
Entre as possibilidades, estão atividades bem comuns da nossa rotina, como sistemas de recomendação de músicas ou filmes de plataformas de streamings, chatbots, filtros de SPAM de e-mails e reconhecimento de voz.
São ferramentas que funcionam muito bem, mas que ainda não têm a tecnologia suficiente para aprender uma nova atribuição.
Inteligência Artificial Geral (AGI)
Já neste caso, a Inteligência Artificial seria capaz de aprender e efetuar qualquer tarefa intelectual como um ser humano. E dizemos que somente “seria” porque não temos opções deste tipo no mercado, nem data certa para acontecer.
A Inteligência Artificial Geral poderia aprender com a experiência e raciocinar abstratamente, o que a tornaria apta a ampliar sua capacidade de uso. É possível supor sistemas que consigam conversar com naturalidade, criar produtos, conduzir pesquisas científicas ou resolver problemas complexos.
É algo mais próximo do que costumamos projetar em filmes de ficção científica. Mas não se engane: as pesquisas seguem a todo vapor e os cientistas afirmam que, em 2025, uma rede de supercomputadores representará mais um passo rumo a essa realidade.
Superinteligência (ASI)
E, para fechar os tipos de Inteligência Artificial, a Superinteligência é ainda mais intangível. Isso porque o conceito aborda o surgimento de sistemas que conseguiriam realizar atividades além da nossa compreensão humana.
É desafiador exemplificar uma tecnologia que ainda não existe. Mas podemos especular bem alto: seriam ferramentas capazes de identificar curas para doenças graves e resolver problemas aparentemente insolúveis.
Gemini: a IA multimodal do Google
Agora que você já conhece os tipos de inteligência artificial que existem, que tal entender como um desses sistemas pode fazer parte das suas atividades cotidianas? É nesse contexto que entra o Gemini, a inteligência artificial multimodal do Google que nasceu para competir fortemente com o Chat GPT.
O Gemini, assim como seu concorrente, funciona a partir da ANI, mas já representa grandes avanços. Trata-se de uma IA de conversação que se destaca por ter acesso às buscas em tempo real e, desta forma, conseguir entregar as respostas mais assertivas e atualizadas para o usuário.
Afinal, absorve informações de várias fontes simultaneamente e, por conta disso, forma um conteúdo mais rico acerca de um tópico ou questionamento.
Um de seus diferenciais é a integração com demais aplicativos do ecossistema Google, como Gmail e Google Drive. O Gemini processa imagens, textos, códigos, vídeos e áudios. Neste caso, os programadores podem usar a funcionalidade para desenvolver linguagens de aplicativos ou resumir dados extensos, por exemplo.
Benefícios de IA para os negócios: como aplicar o Gemini na empresa
Como falamos no início deste artigo, estudar os tipos de inteligência artificial e se manter atento às novidades é fundamental para os negócios. E muitos profissionais já aproveitam os novos recursos: uma pesquisa da Microsoft, em parceria com o LinkedIn, revelou que 83% dos trabalhadores brasileiros adotam a IA na rotina corporativa.
E os benefícios da IA para os negócios são variados. O Gemini, por exemplo, traz funções adicionais relevantes por ter integração com o Google Workspace do colaborador.
Logo, é possível gerar documentos complexos em poucos minutos, o que alavanca a produtividade do time. Exemplos de aplicação do Gemini:
- elaboração de planos de projetos;
- redação de propostas e modelos prontos para distribuição;
- produção de resumos e pontos-chave sobre documentos longos;
- ajuda para redigir e-mails detalhados e adequar a linguagem dos textos.
E aí, você já conhecia os tipos de inteligência artificial? Agora que já entende este assunto, que tal dar um passo adiante e descobrir como o Gemini pode revolucionar a transformação digital da sua organização?
O assistente de IA do Google tem uma infinidade de possibilidades no Google Workspace. Com este recurso, sua equipe não precisa perder tempo com tarefas burocráticas e demoradas. Comece agora a explorar um novo e poderoso jeito de trabalhar com Gemini.
Para entender melhor como aproveitar os recursos da IA do Google no dia a dia do seu negócio, converse com um especialista.